Sindicalista afirma que é grande a defasagem de servidores
O cargo de escriturário, porta de entrada no banco e que exige o nível médio, tem remuneração de R$3.952,03.
Ao avaliar as declarações do diretor de Gestão de Pessoas do banco, Caetano Minchillo, o diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenador da Comissão dos Funcionários do BB, Wagner Nascimento, ressaltou que: "Sobre ter um número de funcionários suficientes, o diretor de Gestão de Pessoas do Banco do Brasil está bastante enganado. Foram fechadas 217 agências, e as que restaram estão um caos."
Para o diretor da Contraf-CUT, o cenário das agências do Banco do Brasil é alarmante, em que a demanda de servidores é desproporcional aos clientes que o banco possui. "Continua grande a necessidade de pessoal. Para o diretor de Gestão de Pessoas ela não aparece porque o banco cortou 9.300 postos de trabalho, na última reestruturação. Ou seja, foi cortado o teto de funcionários necessários, na teoria. No dia a dia, porém, isso não muda, e as necessidades são visíveis."
Essa defasagem de funcionários que está prejudicando o trabalhador, sobrecarregando-o, é preocupante, a falta de concursos no Banco do Brasil, num médio prazo, e, na visão de Wagner Nascimento, é um pesadelo. E ele acredita que, pelo fato de não haver concursos é uma maneira do banco ignorar as carências de pessoal.
Nos dias de hoje, não há concurso válido do BB para 13 estados sendo eles: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Alagoas, Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará e Tocantins), além do Distrito Federal. Em seis deles (Rio, Minas, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina), o banco já está há 18 meses admitir funcionários.
Em outros estados, no próximo mês o BB completará 12 meses sem contratar servidores. Em seis estados um seletivo chegou a estar previsto havendo várias definições, mas por causa da crise econômica que o país vem passando, a seleção não deu continuidade e não voltou à pauta do BB.
Uma grande oportunidade de ingressar as atividades no banco e tendo o ensino completo como exigência, é o cargo de escriturário, que tem um salário de R$3.952,03. O Banco do Brasil contrata seus servidores através do regime celetista.
Para o diretor da Contraf-CUT, o cenário das agências do Banco do Brasil é alarmante, em que a demanda de servidores é desproporcional aos clientes que o banco possui. "Continua grande a necessidade de pessoal. Para o diretor de Gestão de Pessoas ela não aparece porque o banco cortou 9.300 postos de trabalho, na última reestruturação. Ou seja, foi cortado o teto de funcionários necessários, na teoria. No dia a dia, porém, isso não muda, e as necessidades são visíveis."
Essa defasagem de funcionários que está prejudicando o trabalhador, sobrecarregando-o, é preocupante, a falta de concursos no Banco do Brasil, num médio prazo, e, na visão de Wagner Nascimento, é um pesadelo. E ele acredita que, pelo fato de não haver concursos é uma maneira do banco ignorar as carências de pessoal.
Nos dias de hoje, não há concurso válido do BB para 13 estados sendo eles: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Alagoas, Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará e Tocantins), além do Distrito Federal. Em seis deles (Rio, Minas, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina), o banco já está há 18 meses admitir funcionários.
Em outros estados, no próximo mês o BB completará 12 meses sem contratar servidores. Em seis estados um seletivo chegou a estar previsto havendo várias definições, mas por causa da crise econômica que o país vem passando, a seleção não deu continuidade e não voltou à pauta do BB.
Uma grande oportunidade de ingressar as atividades no banco e tendo o ensino completo como exigência, é o cargo de escriturário, que tem um salário de R$3.952,03. O Banco do Brasil contrata seus servidores através do regime celetista.